Paulo Blikstein, brasileiro, professor da Universidade de Stanford em Palo Alto, Califórnia, Estados Unidos, fala sobre as comparações que se fazem da educação brasileira com outros países.
Interessantemente, no início do seu depoimento, Paulo Blikstein acaba chamando a atenção de algo para o que tenho alertado: estatísticas que partem do suposto que em toda correlação tem uma causalidade e acabam usadas para desqualificar a educação brasileira e sugerirem aumento do número de alunos em sala de aula, não aumento de salário e outras "soluções mirabolantes". No Brasil são vários economistas que adoram isso. E seus "achados" são publicados em revistas e jornais de grande circulação no Brasil. Exemplo é a série de artigos sobre a educação na China, publicados em revista com grande circulação, onde comparações são feitas com a educação brasileira e, claro, a desqualificam. Esses "econometristas" fazem o que chamo de "pesquisa preguiçosa" e acabam, midiaticamente, impactando mais do que aqueles que fazem pesquisas com grande rigor metodológico.
Na continuidade da entrevista, Paulo Blikstein aborda outros assuntos, incluindo o uso das tecnologias digitais de informação e comunicação na escola. Muitos aspectos que Paulo Blikstein aborda estão no fundamentos do Projeto Um Computador por Aluno, UCA.
Este é um pequeno teste que iniciei com o Popplet. É uma interface da Web 2.0 que funciona como uma plataforma de ideias. De uso gratuito, bastando realizar um cadastro prévio, desafia apenas a inteligência do usuário.
A premissaprincipal do livro é a de que a aprendizagem socialacontece o tempo todono local de trabalho. A autora busca mostrar como a aprendizagem social pode ser reforçada com a utilização de ferramentas de mídia social.
O Marzano Research Laboratory está oferecendo o Marzano Teacher Evaluation Model.
Ali estão, de forma sintética, informações organizadas a partir de mais de 5 mil estudos, realizados ao longo das últimas cinco décadas.
O relatório de pesquisa traz resultados de 300 estudos recentes, que envolveram mais de 14 mil alunos do correspondente ao Ensino Fundamental, 300 professores, 38 escolas e 14 distritos escolares.
Há ainda estudos de correlação recentes, que envolveram 13 mil estudantes, 1.117 professores e 59 escolas.
Para obter uma cópia gratuita do documento, basta clicar aqui e preencher um pequeno cadastro.
"Curiosamente não ensinamos nossos jovens a pensar. Gastamos horas e horas ensinando como os outros pensam ou como os outros solucionaram os problemas de sua época, mas não ensinamos nossos filhos a resolver os próprios problemas."
Um mapa interativo, elaborado em cima doGoogle Maps, exibindo relevo sombreado pode ser uma boa para uso com alunos. É o que ofereece o site Shaded Relief.
Com o relevo você podemedir rapidamentealtitude, distânciae áreaem uma variedade deunidades. É possível também usar o recurso do relevopara pesquisarcoisas comoextensões de terrasalugadaspelo governo ou áreas deterras cultivadas.
Certamente vale a pena ao menos tentar planejar uma aula utilizando esse mapa interativo.