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Tecnologias digitais e Educação


Um dos laptops do UCA foi ao Programa do Jô

Roseli de Deus Lopes, do LSI da Escola Politécnica da USP, e responsável por uma experiência de uso dos laptops educacionais, de baixo custo, esteve ontem ao Programa do Jô Soares, da Rede Globo.
Roseli levou o XO, desenvolvido pela OLPC, que está sendo utilizado numa escola da cidade de São Paulo.
O vídeo com a entrevista está disponível on-line. Como a URL do link é enorme, encurtei-a no TinyURL.
São duas opções:  http://tinyurl.com/26whnl, para os que confiam em URL encurtadas, e http://preview.tinyurl.com/26whnl, para os cabreiros.



Escrito por Simão Pedro Marinho às 21h57
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Testando o novo laptop da Asus.

 

A NotebookReview testou o Eee-PC da Asus. 
O áudio está em inglês.



Escrito por Simão Pedro Marinho às 12h00
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Um computador por aluno: audiência pública em Fortaleza

A Assembléia Legislativa do Ceará realizou, na semana passada, uma Audiência Pública sobre o projeto do Governo Federal “Um Computador Por Aluno” ou UCA, coordenado pela Secretaria Geral da Presidência da República, em parceria com o MEC e o Ministério da Ciência e Tecnologia. O debate está alinhado com uma tendência global de viabilizar um computador para todos os alunos e professores e franquear seus acessos à internet, para desenvolver a Informática Educativa.

Esse é um trecho da matéria "Um computador por aluno", de Isabele Câmara, responsável pela coluna O Povo na Educação, do jornal O Povo, de Fortaleza, CE. 



Escrito por Simão Pedro Marinho às 13h47
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Que educação é essa?

O artigo que transcrevo a seguir, de Ivone Boechat, e publicado hoje pelo jornal O Povo, de Fortaleza, não fala de tecnologia.
Mas aborda aspectos importantes da educação. 
Li e gostei. Então, transcrevi.

Analisando com olhos pedagógicos a situação educacional do Brasil dá para chorar e prantear e gritar de dor pelos milhões de jovens que conseguem ultrapassar todo tipo de barreira e entrar nas instituições escolares. Dói muito ver como os estudantes ainda acreditam no poder da Escola e ter pleno conhecimento da imensa decepção que logo os assola! Eles chegam eufóricos, sim, porque mesmo quando é “gratuito”, não sai barato. Aí começam as aberrações: todo mundo é burro, todo mundo é malandro, todo mundo é violento... Nós, educadores, sabemos que: todo mundo quer estudar, todo mundo quer aprender, pode-se vencer a violência... E ninguém venha dizer que só os pobres sofrem, porque a Escola é Pública, os professores ganham pouco, os recursos são escassos. No Brasil, a palavra organizado só é usada para o crime: crime organizado. É muita bala perdida! Há brasileiros perdidos também! Votos perdidos e verbas perdidas...Os métodos de alfabetização no Brasil andam na

contra-mão. 24% dos alunos do ensino fundamental das escolas brasileiras são obrigados a repetir de série pelo menos um ano - a maior proporção de toda a América Latina. A Unesco - Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura informa que a taxa de repetência de primeira a quarta série no Brasil é pior do que a do Camboja (Ásia) e equivalente à de países como Moçambique e Eritréia (África). No Ensino Médio, entre 1998 e 1999, a taxa de repetência estava em 17,2%. Em 2001, a Unesco comparou 107 países, o Brasil tinha a mesma taxa de repetência do Burundi e Congo: 25%. O MEC gasta R$ 7 bilhões por ano com repetência no ensino fundamental. Além de campeões de repetência, ficamos nos últimos lugares do Pisa - Programa Internacional de Avaliação de Alunos. A Unesco considerou 45 países, cujos índices de repetência são superiores a 10%. O Brasil, com taxa de 21% está entre 15 países, a maioria da  África e do Caribe. Camboja, 11%, Haiti, 16%, Ruanda, 19%, Chile, 2%, Argentina, 6%. Brasil, Indonésia e Tunísia, estão entre os que têm os menores níveis de conhecimento em matemática do mundo. A taxa de evasão, que em 1997 estava em 5,2%, aumentou para 8,3% em 2001. Nos cursos noturnos, essa proporção chega a 35%. Os alunos mais ricos do Brasil têm desempenho inferior ao dos ricos da Espanha, EUA, Rússia, França, Portugal, Coréia do Sul e México. Somente 27,6% dos alunos da rede privada que fizeram as provas de matemática e de língua portuguesa tiveram desempenho considerado adequado pelo Ministério da Educação. O Brasil tem 24,5 milhões de brasileiros portadores de algum tipo de deficiência, 176.067 surdos 159.824 cegos, 6,59 milhões dificuldades físicas motoras, 14,5% da população brasileira apresenta alguma deficiência física, mental ou dificuldade para enxergar, ouvir ou locomover-se. Existe Escola especial para eles?



Escrito por Simão Pedro Marinho às 13h38
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Estão chegando os laptops ...

A professora Léa Fagundes, do LEC/UFRGS, coordenadora da experiência do Projeto UCA em Porto Alegre, me repassa mensagem enviada por Decio Tatizana, coordenador pedagógico da Fundação Pensamento Digital, que dá notícia de um novo momento do Projeto UCA na escola Luciana de Abreu, com a chegada de mais laptops. Na experiência conduzida na capital gaúcha, está sendo usado o XO, da OLPC.
E com a notícia da chegada de novas máquinas para os alunos, meus neurônios logo me lembraram do Jorge Ben, anunciando a chegada dos alquimistas.
E, pensei: afinal, o que estamos mesmo esperando é que os professores, em conjunto com esses alunos e os gestores, façam uma transmutação com o projeto UCA.
A idéia é transformar a escola que aí está em algo mais valioso, do mesmo modo que os alquimistas queriam transformar metais menos nobres, ou até mesmo sem qualquer nobreza, em ouro.
Segue a íntegra da mensagem-notícia, auspiciosa sem dúvida.

Hoje ocorreu a entrega de laptops para as 1as e 2as séries, após uma série de contratempos que felizmente foi superada pelo Batalhão de Operações Especiais do LEC (BOPE-LEC) que entrou em ação rapidamente e tornou viável a distribuição ;-)
A felicidade dos pitocos vocês podem conferir na galeria de fotos
[1a série - 2a série].
Uma coisa legal é o estado de alerta em que os pitocos da Yvone estavam na iminência deles serem chamados para "monitorar" as duas séries. Eles não viam a hora de serem chamados para isso e ficaram radiantes em poder ajudar os coleguinhas menores. Os alunos da terceira série pediram para serem chamados novamente amanhã para trabalhar como monitores. Ser monitor adquiriu um certo status para eles. A quarta série também se colocou à disposição para ajudar, mas os alunos da terceira se sentem no direito deles serem naturalmente quem deveria ajudar, pois a quarta já teve a oportunidade de ajudar uma vez (a própria terceira série). Agora é a vez dos alunos da terceira. Isto virou uma referência para eles.
Assim que foram entregues os laptops, da equipe do LEC ficamos o Bruno e eu na sala dos professores; o Bruno distribuindo carregadores para 5as séries e fazendo o contrato com os alunos sobre as condições de responsabilidade que cabe ao aluno na guarda e cuidado com o novo carregador, enquanto eu fiquei atendendo os alunos, principalmente da primeira e segunda série que apresentavam problemas nos laptops novos.
Tres laptops não funcionaram e precisaram ser levados para o LEC.
Silvia, Claudio e os monitores das 3as séries junto com as profs Thais, Helia e Paula trabalharam com os alunos em aula.
O que achei interessante é que o aluno que trazia o computador com problema vinha junto com o aluno-monitor da terceira série. Este vinha junto para explicar os procedimentos que utilizou para tentar fazer o laptop funcionar, ou seja, primeiro ele tentou orientar o aluno dentro daquilo que sabia. Somente depois disso é que ele encaminhou para mim. Ele veio junto para poder explicar o que ele fez antes de encaminhar. Achei bem legal isso, pois ele se sentia extremamente responsável pelo aluno que estava orientando :-)
Pena que não pude registrar mais momentos na sala de aula, pois estava completamente envolvido com os alunos que me procuravam, que não eram apenas os que receberam os laptops novos ;-)
Amanhã, precisaremos da ajuda dos lecnianos que puderem estar de tarde na escola, ok? Contamos com voces!



Escrito por Simão Pedro Marinho às 21h33
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Objetos de aprendizagem na Instrumentalização em EaD

O NUTED está trabalhando no projeto de Instrumentalização em EaD em conjunto com a Secretaria de Educação a Distância [SEAD] da UFRGS. Para isso criou alguns objetos de aprendizagem.
É só clicar aqui para vê-los.



Escrito por Simão Pedro Marinho às 12h00
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Videoconferência: software gratuito e open source

A necessidade de fazer uma videoconferência muitas vezes está presente no nosso cotidiano, seja na escola ou fora dela.
Agora mesmo, nós - do GT do Projeto UCA - estamos precisando desses recurso para que dois colegas, que estão em Portugal e na Inglaterra, possam de lá participar de uma reunião que teremos em Brasília, na primeira semana de dezembro.
Fuçando [continuo incorporando o espírito do caboclo fuçador] descobri o DimDim, um freeware, open source, para videoconferências.
O DimDim foi [ou será que ainda é?] o primeiro serviço de encontro na Web baseado em plataforma open source.
É um serviço que se apóia em navegador de Internet, permitindo a qualquer pessoa compartilhar seu desktop, exibir slides, além de conversar, ouvir e bater papo. E ainda permite que os participantes se vejam, com o auxílio de webcam.
O serviço de hospedagem do DimDim é gratuito e pode ser facilmente usado para reuniões, seminários com até centenas de participantes. E com um detalhe: não é necessário aos participantes baixar e instalar qualquer software.|
O DimDim tem versão para Windows e Linux e ainda pacotes para sua integração no Moodle e no Claronline.



Escrito por Simão Pedro Marinho às 11h47
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O UCA em Porto Alegre

No encontro nacional do UCA, realizado em Brasília nos últimos dias 7 e 8 de novembro, a professora doutora Léa da Cruz Fagundes, do LEC - Laboratório de Estudos Cognitivos, vinculado ao Instituto de Psicologia da UFRGS, mostrou aspectos bastante interessantes da experiência de uso de laptops educacionais, no caso o XO, na Escola Estadual de Ensino Fundamental Luciana de Abreu, em Porto Alegre.
A professora Léa coordena o projeto, para o qual conta uma equipe de bolsistas da UFRGS que acompanham os professores da escola numa busca de alternativas inovadoras de uso do computador na educação básica.
Um recurso importante no projeto é o Amadis, um ambiente desenvolvido na própria UFRGS para a construção e compartilhamento de projetos, divulgação e discussão de idéias e questões, busca de informações, parcerias de trabalho e, ainda, cursos virtuais.
Outro ponto forte no projeto é o uso do Squeak, um ambiente de desenvolvimento baseado na linguagem Smalltalk. Tanto o Amadis quanto o squeakSqueak estão disponíveis para download, gratuitamente.
Para baixar o Amadis, é só clicar aqui aqui.
O Squeak tem versões para Windows, Unix, MacOS e RiscOS. Para escolher a versão apropriada e baixar uma cópia, basta clicar aqui



Escrito por Simão Pedro Marinho às 08h58
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Capacitação para a continuidade

Em seu número de novembro/2007, a Revista Nova Escola, da Editora Abril, trouxe os resultados de uma pesquisa - encomendada pela revista e feita pelo IBOPE no período de 20/6 a 19/7/2007 - junto a 500 professores das redes pública e particular da educação básica.
Os entrevistados, com idade variando entre 25 e 55 anos, responderam a entrevistas individuais e um questionário estruturado.
A amostra seguiu a seguinte distribuição regional: 50% dos entrevistados eram da Região Sudeste, 21% do Nordeste, 11% da região Norte, 10% do Centro-Oestre e 8% da região Sul do país.
A matéria "A Educação, vista pelos olhos do professor", que foi a de capa, revela alguns dados bastante interessantes.
Os professores afirmam amar a profissão, mas só 21% estão satisfeitos com ela. Isso me lembrou a sirtuação que encontramos em alguns casamentos que claramente fracassaram e nos quais as pessoas ainda permanecem juntas, com pelo menos dizendo que apesar de tudo ainda ama. Restaria saber porque os professores, em expressiva maioria, continuam "casados" com o magistério, apesar de insatisfeitos com ele. Seria como os mulheres insatisfeitas no casamento que assumem que não podem abandonar o marido? Ou maridos insatisdfeitos que não têm coragem de abandonar um certo conforto da vida de casado?
Um outro aspecto da matéria que me chamou a atenção, por conta da minha birras especialmenhte com a licenciatura, foi a questão da formação para a docência, seja a inicial, seja a continuada.
A maioria dos entrevistados [64%] considera que sua formação inicial foi excelente. É de pasmar.
Porém, é quase metade [49%] aqueles que não se consideram preparados para a realidade da sala de aula, muito embora quase todos [90%] se declarem satisfeitos com a própria didática. Posso estar errado, mas haja contradição!
Quando o assunto é a formação continuada, quase metade [48%] dos entrevistados afirma que esses programas interferem positivamente no ensino. E, num dado que a mim parece relevante, 80% dos entrevistados disseram que já participaram de algum curso de capacitação, embora nem por isso se sintam mais preparados para exercer a função docente.
Resta indagar: para que então servem esses cursos?
Ao que parece, a formação continuada vem principalmente para tapar os "buracos" deixados pela formação inicial, nas licenciaturas. E muitas desses cursos - talvez a sua maioria - se voltam para "atualização" de conteúdos e não para a abordagem de práticas pedagógicas inovadoras, para uma atualização dos professores no jeito de fazer escola em pleno século XXI.
Assim, apesar de cursos e mais cursos feitos pelos seus professores, a escola da educação básica continua a mesma, nada muda. Em pleno século XXI mantemos viva, como nunca, a escola do século XIX.
Tendo a concordar com a professora Vera Trevisan, para quem “a maioria dos cursos de formação continuada não leva em conta as necessidades cotidianas do professor. É por isso que fica a sensação de que nada se resolve depois de freqüentá-los”.
E isso não me espanta. Em 2004 concluí uma pesquisa, financiada pelo CNPq, junto a docentes de licenciaturas na qual o foco era o uso de tecnologias digitais na formação dos futuros professores. Queríamos saber como usam o computador e como preparam os futuros professores para que possam usá-lo com seus alunos.
Colocamos uma questão que tínhamos, com absoluta certeza, como provocadora para os docentes. Perguntamos aos nossos entrevistados se as licenciaturas conhecem a realidade da escola da educação básica, para quem formam professores. Apenas 26,9% dos docentes das licenciaturas declararam que sim. Ou seja, segundo a maioria dos nossos entrevistados, suas licenciaturas formam professores para uma escola que não conhecem. Assustador, não?
E como boa parte da formação continuada fica a cargo de docentes de licenciaturas, não podemos esperar muita mudança mesmo. Afinal, se não conseguem mudar, fazendo contemporânea, a formação inicial dos professores, seria desejar o impossível que, na formação continuada,  eles oferecessem o novo.
E quando falamos de educação continuada, me vem logo a questão da formação para o uso de computadores e tecnologias associadas. Em sã consciência pouco ou nada podemos esperar aí.
O computador é o grande "ausente" da sala de aula da formação inicial de professores. Por isso, quando se trata desse uso, a formação continuada viria essencialmente permitir o conhecimento que faltou na formaçãoo inicial. Como sempre afirmo, quanto se trata de tecnologias digitais, fazemos na verdade "formação inicial" em tempos de continuada.
E não raras vezes essa formação para a tecnologia tende a focar o domínio do computador, ensinando a usar os famosos Word, ExcelPowerPoint, a enviar e-mail ou a navegar na Internet, de forma desconectada das questões pedagógicas, do debate de como fazer uma educação - numa Sociedade da Informação ou do Conhecimento ou Sociedade em Rede, como queiram - que incorpore de forma rica essa tecnologia.
O que tenho visto por aí e o que agora nos revela a pesquisa da revista Nova Escola me leva a crer que se está fazendo, na formação continuada, a "capacitação para a mesmice". Sob o título de "formação continuada", damos aos professores uma "capacitacão para a continuidade".



Escrito por Simão Pedro Marinho às 08h53
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