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Tecnologias digitais e Educação


Faltam computadores nas nossas escolas


O Brasil tem uma média de um computador para 155 alunos, de acordo com a Associação Brasileira de Tecnologia Educacional - ABT.

"É impraticável. Se o ano letivo tem 200 dias, cada aluno poderia usar o computador uma vez por ano", diz João Roberto Moreira Alves, presidente da entidade.

A imagem é do site da Metasys.



Escrito por Simão Pedro Marinho às 14h04
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O fim de um pregão para o UCA

Numa mensagem enviada ontem, na retomada do diálogo com os colegas do GT do Projeto UCA na minha volta ao Brasil, eu pedia notícias sobre o pregão do laptop para a Fase II desse projeto, que estava interrompido quando fui para o velho mundo. A resposta acabou vindo hoje, em matéria da Folha de S.Paulo que transcrevo abaixo.
A parte da notícia que incomodou a mim, particularmente, foi a da possibilidade de redução do número de laptops a serem adquiridos. 
Como já disse por várias vezes, o preço da máquina nessa licitação ter ficado bem acima dos US$100 não me causou espécie. Em primeiro lugar, porque sabemos que não existe existe na face da Terra - pelo menos por enquanto - laptop com esse preço. Só de brinquedo e mesmo assim modelo mais simples, como destaquei num post, nesse mesmo blog, em dezembro passado. "Laptop de US$100" foi uma jogada de marketing de Negroponte, um slogan que ele criou e que, de certa forma lamentavelmente, pegou e ficou como referência. Basta ver que nem diretamente da ONG dele, a OLPC, alguém consegue comprar o XO por US$100.
Em segundo lugar, porque a necessidade da entrega dos equipamentos em quase 300 municípios desse país continente - numa logística que tem é claro um custo adicional ao da máquina - e a exigência de uma garantia extendida - que a mim parece correta, essencial - só poderiam mesmo implicar em um preço da máquina maior do que aquele que pagaram, por exemplo, os nossos "hermanos de Uruguay".
Espero, de coração, que das alternativas colocadas pela matéria do jornal para a solução do problema, a opção por alocar mais verbas para o UCA seja a adotada por Lula e seus assessores. Se há dinheiro para a farra dos cartões corporativos, usados por membros do governo até para pagar compras em free shop de aeroporto, deve haver mais recursos para investir na educação das classes populares do país.
---
Lula cancela pregão para laptop de US$ 100

Compra dos 150 mil computadores foi anulada porque o governo não conseguiu reduzir o valor do menor lance - US$ 360

Nova concorrência será aberta com mudanças, que podem ser a redução do número de laptops, menos exigências ou mais verba

Após mais de um mês de negociações, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu cancelar o pregão para a compra de 150 mil laptops para distribuição em escolas públicas. Motivo: não conseguiu reduzir o menor preço apresentado.
Segundo apurou a Folha, Lula decidiu abrir uma nova concorrência com mudanças.
O Grupo Positivo, que deu o menor lance, ofereceu cerca de US$360 pelo que ficou conhecido como "laptop de US$100".
Em novembro de 2006, Lula disse que o laptop iria custar no máximo US$ 150. A expectativa de um laptop de US$100, alimentada pelo próprio Lula, dificultou a compra. O governo temeu que houvesse um noticiário negativo.
A Folha apurou que as alterações no edital podem ser feitas em três linhas. O governo federal pode reduzir o número de máquinas adquiridas, diminuir o número de exigências - a garantia de três anos, por exemplo, poderia ser reduzida para dois - ou aumentar o orçamento previsto para ser destinado ao projeto. O montante atual não foi divulgado.
O pregão para a compra dos laptops começou no dia 18 de dezembro. Até o dia 20, o pregoeiro reclamou, via internet, dos preços oferecidos pelas empresas participantes do pregão. O primeiro dia de lances foi fechado com a proposta de R$855 (US$475) por laptop.
O pregoeiro disse que os preços eram "MUITO [em maiúsculas] altos em relação ao preço de referência da administração". Desde o dia 20 de dezembro, a página do pregão na internet diz que o processo está suspenso para avaliação.
O valor de US$360 está bem acima do que o Uruguai pagou pelos laptops populares comprados no final do ano passado, que foi de US$199.
O modelo adquirido foi o XO, da ONG de Nicholas Negroponte, professor do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts, nos EUA), quem primeiro ofereceu o laptop ao presidente Lula. No Brasil, o XO foi oferecido por US$387.
O modelo ClassMate, da Positivo, ficou por US$245 no Uruguai. Ele é considerado mais semelhante aos computadores convencionais.

Locais diferentes
O edital em andamento para a compra de 150 mil laptops prevê que a empresa vencedora entregue as unidades em 228 municípios de todos os Estados brasileiros, alguns situados em área rural.
Esse é um dos motivos apontados para explicar a diferença entre o preço oferecido no Brasil e no Uruguai, onde o edital previa que os computadores fossem entregues somente em uma localidade.
Outras especificações do edital brasileiro que encareceram a compra foram o grande número de exigências feitas, como assistência técnica para os equipamentos em todos os Estados do país e a garantia de três anos, segundo disse à Folha recentemente o coordenador do projeto e assessor especial da Presidência da República, Cezar Alvarez.
"O Uruguai não pediu garantia de três anos, pediu muito menos que nós. Quem exige mais, paga mais", disse.



Escrito por Simão Pedro Marinho às 11h05
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Learning Spaces

Depois de mais de vinte dias "desconectado", em viagem de férias à Itália, Suiça e Estados Unidos, quando fui proibido pela minha dona de levar notebook, acessar Internet em lanhouse, cibercafé ou nos hotéis nos quais nos hospedamos, retomo o blog.

E começo com uma notícia boa para quem se interessa por espaços de aprendizagem, notadamente os virtuais, e lê textos em inglês sem maiores dificuldades.
O e-book "Learning Spaces", do Educause, está disponível para download, inteiramente grátis.
Quem quiser baixar o livro inteiro num só arquivo [um pouco mais de 20 MB], deve clicar aqui.
Quem quiser escolher capítulos ou baixar o livro por partes, deverá clicar aqui e fazer as escolhas.
A versão impressa custa US$20.90 na Amazon.



Escrito por Simão Pedro Marinho às 13h18
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