Armazendo arquivos de áudio
O Myfabrik permite armazenar, de graça, 1 Gigabyte de arquivos diversos de fotografia, vídeo e áudio . Para mim esse recurso da Web 2.0 tem sido útil porque posso colocar ali os arquivos de áudio que não podem ser carregados nos meus blogs. Tenho apenas que fazer o upload dos arquivo de áudio [formato mp3] para lá os arquivos e linká-los nos blogs. Para o usuário que precisar de mais espaço existe a conta Premium. Por US$0.49/mês para cada GB a ser armazenado - exige-se um mínimo de 2GB - o usuário terá upload e download sem limites.
Escrito por Simão Pedro Marinho às 20h34
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Impactos sobre o uso de computadores em escolas européias
Na cola dos resultados da pesquisa sobre computadores e escola mostrados no artigo "Desvendando mitos: os computadores e o desempenho no sistema escolar", que tanta polêmica provoca desde ontem, creio que vale a pena dar uma boa lida em "The ICT Impact Report: A review of studies of ICT impact on schools in Europe. São 75 páginas, mas vale o "sacrifício". Como bem analisa Beth Almeida, "ainda que esse estudo não traga evidências profundas de melhorias na aprendizagem e no ensino, no final a recomendação caminha para apoiar o processo de transformação e gestão da mudança do qual as TIC são consideradas capacitadoras e amplificadoras".
Escrito por Simão Pedro Marinho às 12h26
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Computador na
- Estudo sugere que 'um laptop por aluno' prejudica aprendizado
- Estudo da Unicamp associa inclusão digital à piora em notas
A imagem é do site da Metasys.
Escrito por Simão Pedro Marinho às 12h06
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Computador só serve para aluno rico?
"As políticas públicas de
educação têm dado bastante ênfase, ao longo dos últimos anos, à necessidade de
informatizar as escolas e modificar práticas de ensino devido ao advento da
sociedade de informação. Este artigo usa as pesquisas do saeb para verificar o
desempenho de alunos de 4ª e 8ª série do ensino fundamental e da 3ª série do
ensino médio e a relação deste desempenho com o uso de computador. Os resultados
demonstram que para os alunos de todas as séries e para todas as classes sociais
o uso intenso do computador diminui o desempenho escolar. Para alunos da 4ª
série, das classes sociais mais pobres, mesmo o uso moderado do computador piora
o desempenho nos exames de português e matemática. Esses resultados indicam
claramente que é preciso repensar o papel do computador no ensino, sobretudo
para os alunos mais pobres, para quem o uso do computador está
surpreendentemente associado a uma piora nas suas notas."
Esse é o resumo do trabalho "Desvendando mitos: os computadores e o
desempenho no sistema escolar", de Tom Dwyer, Jacques Wainer, Rodrigo
Dutra e colaboradores, publicado na revista Educação & Sociedade
[volume 28, número 101, Set./Dez. 2007, às páginas 1303-1328] do
CEDES-UNICAMP. Baixei o arquivo do trabalho e tentarei lê-lo cuidadosamente nesse
final de semana. Depois comentarei o que li. Mas acho que tendo a não gostar.
Algumas repercussões já começam a aparecer, como matéria do Portal G1 e um artigo de Jaime Balbino. Esse artigo, aliás, tem um título que
compromete. Não comprometeria se houvesse um ponto de interrogação. Um
detalhe: os dados para a pesquisa do pessoal da UNICAMP são números do SAEB.
E em nenhuma das escolas havia notebook educacional sendo usado por
alunos.
Escrito por Simão Pedro Marinho às 11h19
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XP no XO
Queiram ou não, por mais revolta que isso possa provocar na turma do código aberto, ou em "linuxistas militantes", o Windows XP estará em breve no XO, o laptop educacional da OLPC, ainda que a OLPC afirme que o XP, numa versão amigável para o XO, não irá on-board nas máquinas.
É o que informa o blog Wired, no post "Wanted or Not, Windows is Coming to the OLPC Laptop".
Escrito por Simão Pedro Marinho às 15h28
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As mudanças por conta da TV Digital
Esta é do Laerte. Foi publicada na Folha de S.Paulo em 5/dezembro/2007.

Escrito por Simão Pedro Marinho às 13h17
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Fotos antigas
Fotos antigas de algumas capitais brasileiras estão disponíveis, gratuitamente, na Internet, como parte do Projeto Memória Viva. Elas podem ser muito úteis nos trabalhos de escola. É clicar no nome da cidade e ver: São Paulo - Rio de Janeiro - Natal.
Escrito por Simão Pedro Marinho às 13h11
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A história contada em jornais e revistas
Que tal usar os jornais e revistas de época como material para o estudo da
História? Essa possiiblidade existe e, no que é melhor, de graça em alguns
casos.




Escrito por Simão Pedro Marinho às 12h50
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Ainda o pregão para o Projeto UCA. O que surpreende. E o que não.
Disse aos colegas do GT do projeto UCA que não me surpreendi com o preço final dos laptops no pregão do FNDE. Nem com a decisão final adotada pelo governo federal em relação ao pregão ou com as reações diversas, incluindo as da mídia, pela diferença entre os prometidos US$ 100 e os R$655 da melhor oferta, feita pela Positivo Informática para vender o Classmate. Só não gostei – e sobre isso já me expressei no blog - da reação do David Cavallo à "derrota" que a OLPC sofreu no pregão.
Numa entrevista concedida a Jaime Balbino logo após o resultado do pregão, David se mostrou como um mau perdedor, numa situação que sequer teve ao final um vencedor, para sermos francos. Até agora só houve perdedores, principalmente o UCA e as 300 escolas que seriam envolvidas na fase 2 do Projeto.
Mas talvez nem essa reação do David tenha me surpreendido.
O que me causou espécie, de verdade, foi o Mobilis não ter sido oferecido na licitação. Procurei e não vi qualquer proposta para ele na ata final do pregão. Se bem que alguma desculpa para não participar da licitação um diretor da RF Telavos já havia colocado na mídia.
Pelo preço básico do Mobilis – inclusive quando foi anunciada sua venda pela Polishop – eu estava há muito inclinado a achar que ele seria o laptop mais barato e poderia levar a coisa. O que teria afugentado os representantes nacionais da indiana Encore?
Não teriam condição de produzir tantas máquinas em tão pouco tempo? Essa suspeita me parece válida inclusive pelo fato de que só dispuseram algo em torno de 40 laptops para a fase I do UCA. Isso não seria sinal de baixa produção?  Ou será que viram que a logística de distribuição das máquinas e a exigência de manutenção in situ seria um desafio para eles intransponível, pelo menos no curto prazo?
Outra coisa que agora me surpreende - e certamente surpreendeu todo o Brasil - é que enquanto um laptop de R$655 foi considerado caro, uma lixeira de R$ 990 parece ser coisa barata. Tanto é que compraram 3 - a mais barata custou R$ 818 - para a residência funcional do reitor da UnB. A compra foi paga com recursos da Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos – Finatec, uma fundação de pesquisa ligada àquela universidade.
Se o FNDE fosse comprar 1, 2, 3 computadores, talvez o preço pedido no pregão não tivesse sido considerado tão salgado. Mas o "diacho" é que o governo tinha que comprar 150 mil laptops. Lixeiras, ainda bem, só foram necessárias três.
E não podemos nos esquecer de que foram gastos R$470 mil na compra de móveis e utensílios domésticos de luxo para o uso pelo reitor Timothy Mulholland. Esse dinheiro daria para comprar 687 laptops, ainda que pelo "preço absurdo" do pregão. Pelo menos uma escola do UCA estaria garantida na sua fase II.
Até nisso a educação básica fica prá trás. Para o ensino superior público sempre há dinheiro, ainda que para lixeiras de luxo.
Escrito por Simão Pedro Marinho às 15h33
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