Histórico


Cyberbullying e cyberstalking seriam temas que a escola deve tratar?
Sim, com certeza
Nao, porque nao diz respeito a ela, escola
Nao pensei nisso ainda
  
Faça sua pesquisa grátis no pollcode.com

Voce acha que o Ensino Medio deve ser oferecido na modalidade a distancia?
Sim, com absoluta certeza
Sim, apenas para pessoas acima da faixa etaria do Ensino Medio
Nao, de jeito algum
Ainda nao pensei nisto.
  
Faça sua pesquisa grátis no pollcode.com

Documents

Crie o seu agora!



Outros sites
 Escola, computador e Cia.
 Olhai pros blogs
 Site do Projeto UCA
 Projeto UCA Minas
 Projeto UCA: Brasília
 Projeto UCA: Palmas
 Projeto UCA: Porto Alegre
 Laptops na educação
 Portal do Professor - MEC
 Aprendente
 Comunidade Brasil
 Lousa digital
 MaMaMedia
 OLDaily
 Palavra Aberta
 Pedagogia e Tecnologias
 Webquest
 revista Nova Escola
 Netizen
 BLógico
 Internet e Web na Educação
 Caderno Link do Estadão
 Boteco Escola - Blogs na Educação
 UOL Educação




 
 
Tecnologias digitais e Educação


Frase do momento

"Se você não estiver preparado para errar, nunca fará uma coisa original" [tradução livre]



Escrito por Simão Pedro Marinho às 17h18
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



Changing Education Paradigms/Mudando paradigmas educacionais

Palestra de Sir Ken Robinson no TED, ilustrada.

 



Escrito por Simão Pedro Marinho às 17h12
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



Contador de estórias visuais: o poder na educação



Escrito por Simão Pedro Marinho às 18h54
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



Novo mecanismo de busca

O Google, defintivamente o mais usado no mundo, e o Bing são mecanismos de busca na internet. Isso todo mundo - ou quase - sabe.
Mas, acusam alguns, esses mecanismos - search engines - fazem busca
"bolha".
O que isso significa?
Que esses mecanismos manipulam os resultados de sua busca. Por exemplo, omitem  informações que consideram, com base no perfil que construíram, do usuário, que ele  não gostará.  Se a construção sem autorização prévia desse perfil é correta ou não seria outro assunto, que não abordaremos agora.
O  resultado da busca "bolha" é que pode levar o usuário a perder informações que lhe são importantes. 
Surge, agora, um mecanismo de busca que não afirma não fazer "
bolhamento", nem rastreamento de dados de usuáriio. E, segundo informa, mantém privados os dados do usuário e não envia informações sobre buscas para os sites buscados. É o DuckDuckGo.
Vale a pena dar uma conferida e ver se esse mecanismo de busca atende os seus interesses.



Escrito por Simão Pedro Marinho às 10h47
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



Unesp lança 44 novos livros digitais para download gratuito

A Pró-Reitoria de Pós-Graduação (Propg) e a Editora da Universidade Estadual Paulista (Unesp) lançarão, no dia 9 de maio, 44 novos livros virtuais gratuitos integrantes do selo Cultura Acadêmica e da Coleção Propg Digital, que oferece obras inéditas para download.
A coleção teve sua primeira fase em 2010, quando foram lançadas 44 obras. Em 2011, foram publicados mais 50 novos títulos. A meta do projeto é publicar mil títulos até 2020.
De acordo com a Unesp, de fevereiro de 2011 a fevereiro de 2012 foram contabilizados 84 mil downloads das obras, dos quais a maior parte foi feita por leitores com formação universitária, sendo 30% com mestrado ou doutorado.
Os 44 novos livros e parte dos 94 que já integravam a coleção também podem ser adquiridos por impressão, sob demanda.
Escritos por docentes, mestres e doutores ligados à Unesp, os livros são resultados de pesquisas sobre diversos temas. No conjunto das 44 novas obras há títulos de áreas como sociologia, política, comunicação, psicologia, geografia e literatura. Saiba mais ...

Acesso ao site Cultura Acadêmica em http://www.culturaacademica.com.br/



Escrito por Simão Pedro Marinho às 12h05
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



O valor da educação

O valor da educação

 

Professor de educação da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo (USP), campus de Ribeirão Preto, José Marcelino Rezende Pinto foi diretor do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e é especialista em financiamento educacional. O professor também participou da elaboração do Custo Aluno Qualidade inicial (CAQi), da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, que propõe um valor mínimo por aluno para garantir a qualidade do ensino. Na entrevista a seguir, concedida à editora Marina Almeida, José Marcelino explica a importância do financiamento no Plano Nacional de Educação e mostra como o país pode obter mais recursos para a área sem prejudicar sua economia, nem criar novos impostos. Ele ainda aponta a pouca atratividade salarial como principal causa da falta de professores, pois o país forma dois milhões de docentes a cada década, mas muitos profissionais migram para outras áreas. A sobrecarga de matrículas na rede municipal e a má distribuição dos recursos entre os entes federados são outros temas abordados.

Para professor, com novo conceito de gasto em educação adotado no PNE, aumento do investimento na área pode não se concretizar



O relatório substitutivo do projeto do Plano Nacional de Educação (PNE) foi apresentado na Câmara dos Deputados em dezembro e alterou para 8% do Produto Interno Bruto (PIB) os recursos para a educação – mais que os 7% apresentados pelo governo inicialmente e menos que os 10% propostos por diversos movimentos e na Conferência Nacional de Educação (Conae). Esse novo valor é suficiente para cumprir as metas estabelecidas no PNE?
Há uma razão para a proposta de 10% do PIB. Minhas estimativas e as da Campanha Nacional pelo Direito à Educação trabalham com as metas do PNE de melhorar qualidade, salários e ampliar a oferta. Ao não assumir os 10%, na prática estamos dizendo que não cumpriremos as demais propostas, porque é a meta de financiamento que viabiliza as outras. E o que é pior, a versão adotou um conceito mais amplo de gasto com educação, então não há garantia nem de que os 8% representarão realmente uma ampliação.

O que envolve esse novo conceito?
A redação permite, por exemplo, que sejam contabilizados nesse valor a aposentadoria dos profissionais da educação e os gastos com hospitais universitários, itens historicamente não considerados pelo MEC. Hoje o governo federal gasta cerca de 5% do PIB com educação, como aponta um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). De 5% para 8% seria um avanço considerável, mas com essa alteração nem essa garantia temos de fato.

De onde poderiam vir mais recursos para o país investir em educação?
Um estudo recente do Ipea, “Financiamento da educação, necessidades e possibilidades”, mostra que com o sistema atual, sem criar impostos, temos potenciais de recursos. Só a diminuição de renúncias, subsídios fiscais e isenções de impostos traria um aumento potencial de mais de 3% do PIB. Se o Brasil reduzisse em 5% sua taxa de juros, que ainda seria uma das maiores do mundo, teria um potencial de mais 3% do PIB disponível para a educação ou outras áreas, além de toda a discussão do pré-sal no futuro. A carga tributária do Brasil de 1995 para cá cresceu 10%, passou de cerca de 25% do PIB para 35%. Nesse período a educação não se beneficiou em nada desse aumento e se manteve praticamente com 4,5% do PIB. Com o crescimento do PIB brasileiro e a correção de problemas como a educação de jovens e adultos analfabetos ou que não concluíram a Educação Básica, poderemos estabilizar o investimento em 6% ou 7%, que é o que os países desenvolvidos aplicam hoje.

Qual a diferença entre o CAQi e os outros tipos de financiamento da educação que temos?
O sistema de financiamento educacional do Brasil parte do percentual determinado na Constituição: no mínimo 18% para a União e 25% para estados e municípios. Por mais que a lei fale que aquele é o piso, na prática torna-se o teto para os gastos. A pergunta é: isso garante a qualidade? Todos os estudos mostram que não. O investimento por aluno no Brasil hoje está em torno de R$ 150, R$ 200 por mês. É só comparar com qualquer escola privada para saber que é muito baixo. No CAQi, em vez de calcularmos quanto temos de recursos e dividir isso pelo número de alunos, calculamos qual seria o mínimo para dar qualidade ao ensino, não o ideal, mas o que garantisse um patamar mínimo, em que todas as escolas tivessem laboratório, biblioteca e uma quantidade razóavel de alunos por turma, para dar condições ao professor de ensinar. O CAQi foi pensado a partir do que é necessário e quanto seria o custo para garanti-lo, mas é o mínimo, não a média, que deve ser um pouco maior para considerar situações como a educação integral.

Faltam recursos para a educação ou falta usar melhor os recursos existentes, com combate à corrupção e formação para os gestores?
Esse é um debate mundial. Há alguns economistas, principalmente, que tentam mostrar que o dinheiro não faz diferença, porque comparam escolas com diferentes custos. Tentam provar que algumas unidades têm um custo maior e o desempenho de seus alunos é inferior. Mas esse raciocínio tem duas falácias: primeiro, não podemos comparar alunos com níveis socioeconômicos diferentes. O desempenho dos alunos é muito marcado pelo que chamamos de capital cultural, que é a escolaridade dos pais – o que explica em grande parte a boa avaliação dos alunos de escola particular. O segundo problema é comparar escolas públicas entre si. Qual a diferença entre uma escola onde o custo do aluno por mês é de R$ 150 e outra onde é R$ 120? Mas quando comparo com uma escola da rede federal, onde o custo é de cerca de R$ 500 por mês, vemos a diferença. Quem diz que o dinheiro não faz a diferença matrícula o filho em escola privada, onde a mensalidade é três vezes o gasto por aluno da escola pública. Claro que se tenho um professor ruim, não basta dobrar seu salário. Mas se eu dobrar o salário de todos, poderei contratar professores melhores. Mais da metade dos docentes da rede estadual de São Paulo não são concursados. São os chamados precários, porque não passaram no concurso. E por que dão aula? Porque os que têm capacidade de ser aprovados não querem ser professores.

Mas não faltam professores no Brasil, sobretudo na área de exatas?
Discordo do discurso de que falta professor. Fiz um levantamento recente sobre isso e o Brasil forma a cada década dois milhões de professores, só em cursos presenciais. Mas não precisamos de dois milhões de novos docentes a cada década, porque o professor trabalha 30 anos até se aposentar. Ou seja, não tenho um problema de falta de professor, o que acontece é que os melhores profissionais preferem prestar concursos públicos em outras áreas. Em geral, um professor com ensino superior ganha o mesmo que um profissional de nível médio no Brasil, um corretor de imóveis, um policial ou um bancário. Por isso é necessário mexer no salário inicial. Precisa ser cerca de R$ 3.000 para que o aluno que está prestando vestibular considere essa opção. O que faz uma carreira ser mais procurada é o salário. Um estudo da Fundação Carlos Chagas mostrou que apesar de valorizarem os professores, os jovens não querem seguir essa profissão, pois a consideram muito desgastante. Nas exatas em geral, mas sobretudo em física faltam muitos professores, porque se o profissional tem boa formação, vai para outra área. Precisamos ter políticas de estímulo, de bolsas e, principalmente, combater a evasão. A repetência nesses cursos é muito alta e o aluno acaba desistindo. Em química também faltam professores, porque as vagas são poucas. Em matemática não faltam tantos, porque o número de vagas é relativamente alto. Se combatêssemos a evasão nesses cursos já conseguiríamos reverter o quadro.

A educação a distância (EAD) tem sido adotada em várias redes para formar professores em regiões afastadas dos grandes centros, principalmente nessas áreas de exatas. Essa é uma boa opção para solucionar o problema?
Nesses locais é necessário ter atratividade salarial. Muitos professores de física e química, se tivessem oferta de um bom salário, iriam para outras regiões, até em busca de uma qualidade de vida melhor que a dos grandes centros. Acho que a EAD deve ser usada só em último caso: ela é pouco eficaz para formar docentes, porque a evasão é muito alta. Aqui no campus da USP Ribeirão, onde dou aula, há um polo de EAD e a informação que tenho é que metade dos alunos já abandonou o curso. O problema é que o público desses cursos é o aluno que tem mais dificuldades e maior carência de formação, não é o aluno que estudou a vida inteira sozinho. Daí a evasão. É um dinheiro que está sendo jogado fora. Na região Norte, por exemplo, muito mais interessante seria criar cursos de licenciatura, como acontece nos institutos federais, oferecer bolsas para quem opta por elas nessas áreas de exatas. Existem políticas mais baratas e eficazes que EAD, que parece econômica, mas não é. Como poucos se formam, o investimento sai caro. Não basta ver o custo por aluno, mas o custo por aluno formado.
Em 2011 muitos professores entraram em greve para receber o piso da categoria. Por outro lado, em muitas redes, o valor pago aos professores com formação superior está próximo a esse piso inicial da carreira.

O maior problema é valor inicial ou falta de plano de carreira?
A lei ficou mal formulada nesse sentido. Estabeleceu um piso para quem possui nível médio, mas não definiu uma diferença para quem possui ensino superior. Há muita variação, mas historicamente os Planos de Carreira garantem a quem tem nível superior receber 50% mais que os de nível médio. Pelo que temos observado, o que os sistemas estão fazendo é não reajustar o valor dos professores com ensino superior. Em alguns lugares, o piso foi adotado para o nível médio e os professores com ensino superior recebem R$ 200 ou R$ 300 a mais. Faltou a lei definir essa diferença e mesmo esse piso não está sendo adotado por muitos, além da hora-atividade que também deve ser cumprida. A saída que eles têm escolhido é essa: pagam o piso e não reajustam o valor do salário dos professores com nível superior, que vai ficando muito próximo dos de nível médio.

As redes dizem que não podem aumentar os salários, faltam recursos nos municípios e estados. Como solucionar esse impasse?
No sistema brasileiro, o governo federal colocava pouco dinheiro na Educação Básica e os municípios ficavam com cerca de um terço das matrículas e os estados com dois terços. Com o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef) ocorreu o processo de municipalização e hoje os municípios já estão com mais da metade das matrículas da Educação Básica, o que trouxe uma sobrecarga de alunos e, portanto, necessidade também de mais professores. O mecanismo dos fundos faz com que uma parte dos recursos vá para os municípios, mas ainda assim há uma sobrecarga. Por outro lado, o governo federal melhorou o repasse com a criação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), mas ainda é muito pouco. Ao todo, ele coloca no Fundeb em torno de 10% dos recursos de estados e municípios, mas fica com a metade do que se arrecada no Brasil. Há um desequilíbrio. Para resolver essa equação, só com mais recursos federais. A Conae propôs que o MEC colocasse 1% do PIB no Fundeb – hoje ele coloca 0,2% do PIB –, porque assim ia viabilizar o CAQi no âmbito do Fundo. O governo federal tem um papel central nessas mudanças, mas defendo que os estados e municípios também façam um pouco mais de esforço, saindo dos 25% de hoje e indo para 30% pelo menos.

O MEC ofereceu suplementação para as redes com dificuldade para pagar o piso, mas as exigências impediram que muitas redes conseguissem recebê-la. O problema é das redes que não cumpriam as exigências?
Claro que ainda há muitos desvios no âmbito municipal e estadual, mas é evidente que há uma sobrecarga, sobretudo para os municípios. Há também uma pressão muito grande no ensino médio, embora não seja responsabilidade da rede municipal. Vejo muitas cidades do interior de São Paulo, por exemplo, preocupadas em oferecer ensino profissionalizante, porque o Estado faz pouco e a cobrança é mais forte no âmbito municipal. Por isso é preciso um esforço dos três entes federados e um protagonismo do governo federal, que tem mais recursos.

O PAR, com transferências de recursos vinculados ao planejamento dos municípios, foi supervalorizado? Aumentar o Fundeb seria mais efetivo?
O PAR foi uma tentativa do MEC de influenciar diretamente a política educacional, mas ele é calcado em transferência voluntária, que pode mudar se houver mudanças na política econômica ou no ministério, o que é muito comum na nossa história educacional. Seria muito melhor investir no Fundeb, que tem prazo para acabar, mas só em 2020. A União tem outros instrumentos para fiscalizar a aplicação de recursos.

Como analisa a gestão do ministro Fernando Haddad no MEC, que foi substituído este ano por Aloizio Mercadante?
Tenho algumas críticas ao Haddad, mas ele foi capaz de ampliar os recursos federais para a educação, pois de 2006 para cá o esforço federal em relação ao PIB cresceu. A grande dívida desse ministro é a não homologação do CAQi, que foi aprovado pelo Conselho Nacional de Educação.

_________________________________________________________________________________________________

 

Entrevista publicada na Revista Escola Pública, edição 25, de março de 2012.



Escrito por Simão Pedro Marinho às 10h30
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



Cola na escola

As tecnologias marcam os novos tempos.
A escola, de maneira geral, finge que não as vê e permanece nos velhos tempos.
Ainda assim, as tecnologias invadem a escola.
Mas, em termos de cola, o moderno e o novo caminham juntos na “nova” velha escola.
Não é só a e-cola.
Ainda se cola  na escola, como antigamente.

Clique na imagem para vê-la ampliada.


Escrito por Simão Pedro Marinho às 14h02
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



Criando quizz

Quer criar jogos de perguntas, quizzes, animados e com contagem automática das porcentagens de acertos, sem ter que pagar e instalar software em seu computador?

Dê uma olhada no ProProfs.



Escrito por Simão Pedro Marinho às 13h31
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



Convertendo arquivos on-line

Precisa converter arquivos, de som, imagem, vídeo, o que seja?
Quer fazer isso sem instalar software em seu computador?
Quer fazer as conbersões sem gastar dinheiro?
A dica é o Online-convert

.



Escrito por Simão Pedro Marinho às 20h42
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



Fazendo pesquisa on-line

Precisa fazer pesquisas on-line, com seus alunos ou colegas de escola? Gostaria de fazer isso sem gastar seu suado dinheirinho?

Uma opção a ser considerada é o QuestionPro.

Existe uma versão gratuita, que é limitada, mas pode ser suficiente para a sua necessidade.

Cadastre-se, faça um teste e veja se o QuestionPro, em sua versão gratuita, oferece o que você precisa.



Escrito por Simão Pedro Marinho às 13h27
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



Que tal pedir aos seus alunos que façam remix - ideia que surgiu com a música, mas que hoje é usada em outras áreas - compartilhando e brincando com imagens, para demonstrar saberes constuidos na sua disciplina?

Essa possibiliddade você tem, sem custo, com o Canvas.

Para fazer o remix, são utilizadas ferramentas de um editor que roda no próprio navegador de internet, dispensando a instalação de qualquer software.

No Canvas é possivel explorar novos conteúdos criados por outras pessoas e votar nos favoritos.

Vamos lá, peça a seus alunos que criem conteúdos no Canvas e que marquem os favoritos dentre os criados pela turma. Elejam os melhores da turma. Será divertido.



Escrito por Simão Pedro Marinho às 10h56
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



Inclusão Digital: Polêmica Contemporânea

Para colocar na "estante" e tratar de ler assim que tiver uma folga, a dica é o e-book "Inclusão Digital: Polêmica Contemporânea".

No livro, organizado por Maria Helena Bonilla e Nelson Pretto, diversos autores abordam temas como o poder comunicacional e novas assimetrias, a inclusão digital como fator de inclusão social , diretrizes metodológicas em ações de inclusão digital  e movas tecnologias e inclusão digital:

Clique aqui para pegar sua cópia [arquivo em formato PDF].



Escrito por Simão Pedro Marinho às 19h18
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



Frase do momento

Bernard Charlot

"O professor pode escolher como tratar a internet, mas não pode ignorá-la.”

Bernard Charlot, pesquisador emérito de Ciências da Educação da Universidade de Paris 8 e professor visitante na Universidade Federal do Sergipe.



Escrito por Simão Pedro Marinho às 15h36
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



Professor não pode concorrer com internet

Imagine, em um mundo sem internet, o dia em que professores são avisados que dali para frente uma ferramenta de pesquisa permitirá aos seus alunos ler, assistir, ouvir e discutir sobre qualquer assunto. Qual seria a reação dos educadores? Para especialistas, há muito motivo para comemorar: a chance de obter êxito no aprendizado aumenta. Na vida real, a recepção não foi bem assim. A falta de adaptação do professor às novas tecnologias e ao aluno influenciado por elas são tema do segundo dia da série especial do iG sobre os problemas na formação do docente.

Incluída ou não na aula, presente ou não na escola, a internet faz parte da rotina dos alunos. Em 2008, quando apenas 23% dos lares estavam conectados segundo o Ibope, o instituto já apontava que 60% dos estudantes tinham acesso à rede de algum modo. Em pesquisa realizada nas escolas estaduais do Rio de Janeiro em 2011, 92% disseram estar online ao menos uma vez ao dia.

"O professor pode escolher como tratar a internet, mas não pode ignorá-la”, diz o pesquisador emérito de Ciências da Educação da Universidade de Paris 8 e visitante na Universidade Federal do Sergipe, Bernard Charlot. Ele vê duas possibilidades para o educador: fazer o que a máquina não sabe ou ser substituído. Saiba mais ...



Escrito por Simão Pedro Marinho às 15h29
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



Sistema permite uso educacional de mensagens de texto via celular

 O uso dos celulares em sala de aula é assunto polêmico. Em 2010, o ex-deputado federal Pompeo de Mattos (PDT-RS) apresentou à Câmara um projeto de lei que proibia o uso dos aparelhos por alunos e professores nas salas de aula de todas as escolas públicas do país. A proposta foi aprovada pela Comissão de Educação e Cultura, mas acabou sendo arquivada. Recentemente o Projeto de Lei 2806/11, de autoria do deputado Márcio Macêdo (PT-SE), retomou a proposta, permitindo porém a presença destes equipamentos, desde que relacionados ao desenvolvimento de atividades didáticas e pedagógicas e após a autorização dos professores ou da diretoria da escola.

O uso das novas tecnologias de informação, como lousas eletrônicas, iPads e e-readers, para citar alguns poucos exemplos, parece estar sendo cada vez mais incorporado ao ambiente escolar e, ao mesmo tempo, alimenta discussões pedagógicas sobre qual seria a melhor forma de utilizar tais tecnologias para que elas representem um benefício real ao processo de ensino e aprendizagem.

Saiba mais ....



Escrito por Simão Pedro Marinho às 17h40
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]




[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]


 
Feedback Form